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5 motivos para assistir Quantico

Prepare-se para viciar em Quantico


Desde 2015, uma série tem chamado a atenção dos norte-americanos. Trata-se de Quantico, uma série focada na seleção de novos agentes pelo FBI. Com um tema central tão clichê, por qual motivo a série tem chamado a atenção? Abaixo nós apresentamos a você cinco motivos.


1 - Ação do começo ao fim

Logo no primeiro episódios somos apresentados ao plot-twist que chama a atenção de todos. Uma classe de, prováveis, 60 novos agentes inofensivos a serem treinados pelo FBI, esconde-se um inimigo dos Estados Unidos - alguém que estará a frente do maior ataque terrorista de todos os tempos desde a queda das torres gêmeas, em 2001.

A série utiliza de duas linhas do tempo: a do presente, onde o ataque ocorre; e a do passado, demonstrando o treinamento dos agentes.

Após o atentado, Alex Perrish (Priyanka Chopra), uma das mais preparadas agentes, é acusada de preparar o ataque, mas ela é inocente. Assim, dá-se início a uma corrida contra o tempo: de Alex em provar sua inocência e, ao mesmo tempo, descobrir quem é o responsável pelo ataque.

2 - Diversidade

A série aposta nos mais diferentes tipos de personagem. É impossível não se identificar com, pelo menos, um deles. Alex, a protagonista, é uma mulher empoderada e que no decorrer da série tenta combater o machismo que ainda existe dentro da corporação. Outro fato interessante é de a personagem, apesar de ser a protagonista em uma série patriota, não é americana. Já no alto escalão do FBI, Miranda Shaw (Aunjanue Ellis) é uma agente negra com passado sofrido para chegar até o cargo de diretora de admissões do FBI. Ela também sofre perseguição por ser mulher, mas isso não a impede de fazer o trabalho bem feito e demonstrar a alguns homens machistas que gênero não é sinônimo de profissionalismo.

Shelby Wyatt (Johanna Braddy) representa a menina dos sonhos dos Estados Unidos. Branca, loira, com prêmios em concursos de beleza e herdeira de uma empresa de armas de fogo. Mas, a agente Wyatt demonstra que é muito mais que um rostinho bonito ao demonstrar força, ambição e sangue frio para alcançar seus objetivos. Ao seu lado está o jovem Caleb Haas (Graham Rogers), que é filho de um dos mais poderosos diretores do FBI e precisa mostrar que está no treinamento por mérito próprio, não por sua árvore genealógica.

Outros personagens destaques são as gêmeas Nimah e Raina Amin (Yasmine Al Massri) que são do Líbano; Simon Asher (Tate Ellington), agente das forças armadas do Egito, com passagem por Israel e Irã, dentre outros.

3 - Evolução dos personagens

Nada é o que parece ser. Igual a vida real, a série nos mostra fragmentos de cada um dos personagens ao percorrer dos episódios e, por vezes, notamos que aquilo que achamos ser real, não é. Não são raras as vezes que você ama um personagem para, no episódio seguinte, o odiar. Vice-versa.  Caleb Hass é um exemplo claro disso. O personagem inicia na série como um jovem mimado que não sabe o que quer. Ao decorrer dos episódios, notamos a complexidade do personagem, a importância dele para a história central e também as motivações que o levaram a tomar tais atitudes.

4 - Shonda Rimes fez escola

Quem é fã de Shonda Rimes ou conhece uma das séries dela (Grey's Anatomy e Scandal, por exemplo) aprendeu da pior forma possível: não se apegue aos personagens, pois ela irá matá-los sem piedade. É o que acontece em Quantico. Apesar da série não ter tantas mortes quanto Greys ou Game of Thrones, é importante destacar que você irá se apegar a alguns personagens que no fim serão mortos - e alguns deles acontece de forma tão rápida e em momentos tão tensos que não é possível explorar o sofrimento, mas sim a angústia somada ao desespero em cenas de tirar o fôlego.

5 - Ainda está no começo

Quantico está em exibição na ABC, ainda na segunda temporada. A série já foi confirmada para o terceiro ano. A primeira temporada já está disponível na Netflix. Ou seja, é fácil se atualizar e começar a acompanhar Quantico. Você vai se surpreender!
Diego Piovesan escreve para o GeekBlast sob a licença Creative Commons BY-SA 3.0. Você pode usar e compartilhar este conteúdo desde que credite o autor e veículo original do mesmo.
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