Cinema

“Narciso”, coprodução brasileira dirigida por Marcelo Martinessi, estreia mundialmente no Festival de Berlim

Longa integra a mostra Panorama e será exibido dia 17 de fevereiro no Zoo Palast 1


“Narciso”, coprodução brasileira dirigida pelo paraguaio Marcelo Martinessi e produzida pela cineasta Julia Murat, estreia dia 17 de fevereiro no 76º Festival de Berlim (12-22 de fevereiro) como parte da prestigiada Mostra Panorama, uma das principais vitrines do evento. O longa será exibido no Zoo Palast 1, um dos mais icônicos cinemas da capital. Adaptado do livro homônimo de Guido Rodríguez Alcalá, o longa é uma coprodução entre Brasil, Paraguai, Uruguai, Alemanha, Portugal, Espanha e França e fará sua estreia mundial no festival. No Brasil, tem lançamento comercial previsto para o segundo semestre com distribuição da Imovision.


Ambientado no Paraguai de 1958, a história acompanha Narciso, um jovem carismático que retorna de Buenos Aires com o rock ’n’ roll nas veias e, sob um regime militar sufocante, se transforma em uma sensação musical e símbolo de liberdade. Mas, após seu show final, ele é encontrado morto. No elenco estão Diro Romero, Manuel Cuenca, Mona Martinez e Nahuel Perez Biscayart, ator argentino que ficou conhecido por sua atuação em "120 Batimentos por Minuto" (2017).


Em 2018, o diretor Marcelo Martinessi foi um dos grandes destaques do Festival de Berlim com “As Herdeiras”, vencedor de cinco prêmios, incluindo o Urso de Prata de Melhor Atriz para Ana Brun e o Prêmio Fipresci (Federação Internacional de Críticos). O filme também foi o escolhido para representar o Paraguai no Oscar e, no Brasil, foi um dos grandes vencedores do Festival de Gramado com seis Kikitos.

Sessões “Narciso” no 76º Festival de Berlim:

17/02 - 18h30 - Zoo Palast 1
18/02 - 10h - Haus der Berliner Festspiele
19/02 - 21h30 - Cubix 7
21/02 - 22h - Cubix 6
22/02 - 21h30 - Cubix 9


Sinopse

Paraguai, 1958. Sob um regime militar sufocante, o carismático e misterioso Narciso retorna de Buenos Aires com o rock and roll correndo em suas veias. Ele se torna uma sensação no rádio e um símbolo de liberdade. Desejado por homens e mulheres, Narciso cativa e inquieta. Após seu último show, ele é encontrado sem vida. Em um país onde reina o silêncio e o medo sufoca a verdade – quem matou Narciso?

Kika Ernane, Karina no RG, e sou multitasking (agora que aprendi o significado do termo segura). Uma mulher como muitas da minha geração, que ainda não descobriram como aproveitar a liberdade que lutaram tanto para conseguir. Muito menos administrar todas as tecnologias disponíveis. Enfim, estou sempre aprendendo.


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