Em carta enviada aos exibidores de cinema, O'Leary afirmou que a união das empresas poderá resultar em menos filmes lançados, aumento dos custos para cinemas e consumidores e até o fechamento de salas de exibição. Segundo ele, as promessas da Paramount de fortalecer o mercado cinematográfico são vagas e não oferecem garantias concretas.
O executivo também questionou a promessa de que o novo conglomerado produziria cerca de 30 filmes por ano, destacando que a empresa teria uma dívida estimada em US$ 80 bilhões, o que poderia comprometer esses planos.
A Paramount rebateu as críticas, afirmando que apresentou propostas à Cinema United e continua aberta ao diálogo. A empresa também ressaltou que alguns exibidores, como a AMC, apoiam a fusão e acreditam que ela pode fortalecer a produção de filmes para os cinemas.
Enquanto isso, o acordo de US$ 111 bilhões permanece suspenso após uma ação de procuradores-gerais estaduais, que adiaram a conclusão da fusão até depois do julgamento antitruste, previsto para ocorrer antes de junho de 2027.



