Crítica 3° temporada de Castlevania

Sangue pra dar e vender.




A terceira temporada de Castlevania, chegou na Netflix e não deixa nada a desejar em relação as duas primeiras. A animação baseada na série de jogos desenvolvidos pela empresa japonesa Konami trouxe no mês de março a continuação da história do Conde Drácula.



Na trama, Drácula Vlad Tepes (Conde Drácula) atormentado pela raiva e o rancor por ter sua amada queimada viva em praça pública sob alegação de bruxaria, libera  uma horda de criaturas demoníacas com o intuito de exterminar toda a raça humana.Com isso, Trevor Belmont (ultimo da caçador de monstros de sua família), Sypha Belnades (uma oradora/feiticeira) e Alucard, filho do próprio Conde, unem forças afim de que o plano de Drácula não se cumpra. 


Nessa temporada encontramos os protagonistas vivendo suas vidas pós eventos de Valáquia, onde o vilão da série havia sido morto por Alucard, seu filho. A fim de viver novas aventuras Travor e Sypha seguem sua jornada caçando as criaturas que ainda restaram da horda da noite. Enquanto isso Alucard vive sozinho no que restou do castelo de seu pai. Como era de se esperar, a temporada tem um ar de recomeço, iniciando com poucos movimentos mas bastante ritmada. Os personagens se redescobrem, assim como seus objetivos. O roteiro trás uma trajetória crescente, apresentando novos e velhos personagens e entrelaçando suas histórias.


A animação continua impecável, traços bem feitos e o tom adulto da série são contrastados com ótimas cenas de luta e diálogos bem elaborados. O excesso de violência se mantem nessa 3ª temporada de Castlevania, não existe uma cena sem sangue, o que não é algo ruim. Com o intuito real de nos recordar da história o desfecho da terceira parte da séria cumina numa região nitidamente intermediária da história, mas com muito potencial para o que está por vir. 


Biológo, amante da natureza, aprendiz sith. Fã de animação, séries e filmes...queria ser um dobrador de água, mas a vida lhe fez nascer na nação errada.

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