Segundo os autores da ação, a união das empresas poderia resultar em aumento de preços das assinaturas e redução das opções de conteúdo disponíveis ao público.
Durante a audiência, a magistrada afirmou que os assinantes não apresentaram evidências suficientes para justificar uma medida de urgência.
Além disso, a juíza demonstrou dúvidas sobre a legitimidade dos autores para mover uma ação antitruste contra a operação.
Estados dos EUA ainda tentam barrar a fusão
Apesar da derrota dos assinantes, a disputa judicial está longe do fim. Uma coalizão de 12 procuradores-gerais estaduais também entrou com uma ação para tentar suspender a fusão de aproximadamente US$ 111 bilhões.
Os estados alegam que a união entre Paramount e Warner Bros. Discovery poderá reduzir a concorrência nos mercados de cinema e televisão por assinatura.
A audiência sobre esse novo pedido de liminar está marcada para esta sexta-feira.
Paramount contesta as ações
A Paramount argumenta que as ações não apresentam fundamentos suficientes para impedir a operação e destaca que processos semelhantes movidos pelo mesmo advogado em outras grandes fusões corporativas foram rejeitados pela Justiça.
Enquanto isso, outras entidades, como o Writers Guild of America (WGA) e organizações ligadas à liberdade de imprensa, também protocolaram ações questionando a legalidade da fusão.
A decisão desta sexta-feira pode representar um novo capítulo em uma das maiores disputas do setor de entretenimento dos últimos anos.
Fonte: Variety.



